A decisão colombiana não é arbitrária. O alemão foi escolhido por sua relevância estratégica em setores como indústria, engenharia, tecnologia e pesquisa científica, com apoio técnico e cultural do Goethe-Institut e da Embaixada da Alemanha na formação dos professores da rede pública. A implementação é gradual: começa por instituições selecionadas e se expande conforme a estrutura de cada rede escolar, com metas de proficiência e capacitação docente gratuita.
O raciocínio por trás da escolha é direto: jovens com domínio do idioma ganham acesso a programas de formação dual que combinam estudo teórico e prática em empresas alemãs, bolsas em universidades europeias e vagas em multinacionais que exigem ou valorizam o conhecimento do idioma. É uma aposta de longo prazo na empregabilidade internacional, em um país que vê no idioma estrangeiro uma ferramenta real de mobilidade social, não apenas um conteúdo curricular.